Manutenção e assistência de câmaras hiperbáricas

Três critérios para planear
A manutenção depende do calendário, das horas ou ciclos e do estado do equipamento. Não existe uma frequência universal para todos os modelos. Crie um registo com fabricante, modelo, número de série, componentes, manual e histórico. Distinga inspeção diária, manutenção preventiva, assistência qualificada e verificação após incidente ou deslocação.
Inspecione os componentes certos
Nas câmaras flexíveis, observe tecido, costuras, fechos, janelas e ligações. Nas rígidas, verifique portas, vedantes, visores, válvulas, instrumentos e sistemas de controlo conforme instruções. Componentes acrílicos requerem procedimentos próprios; não improvise polimento ou reparação. Sistemas de gás, filtros, mangueiras e instrumentos devem seguir intervalos e calibração documentados.
Limpeza e retorno ao serviço
Use produtos compatíveis, concentração e tempo de contacto indicados, com secagem completa. Registe anomalias, alarmes, fugas e danos. Retire o equipamento de serviço quando o procedimento assim exigir e obtenha avaliação qualificada. Uma câmara que liga não está necessariamente segura. Documente reparação, ensaio e autorização antes de retomar a utilização.
Inclua peças e apoio no contrato
Peça lista de consumíveis, peças recomendadas, prazos de fornecimento e tarefas reservadas a técnicos. Confirme diagnóstico remoto, mão de obra, deslocação e transporte durante e após a garantia. Planeie paragens e custos por utilização real, em vez de aplicar uma percentagem anual arbitrária.
Referências
- FDA — utilização segura de equipamentos de oxigenoterapia hiperbárica
- ASME — orientações para vasos de pressão em serviço destinados a pessoas
- UHMS — questões de preparação para a avaliação